ESTADO DE S.PAULO ENTREVISTA CHRISTOPHER GARMAN, DIRETOR PARA AS AMÉRICAS DA CONSULTORIA DE RISCO POLÍTICO "EURASIA"! Estado de S.Paulo, 30/07/2018 O mercado reagiu bem à notícia de apoio do Centrão ao Alckmin. Esse apoio partidário e o consequente tempo de TV podem alavancar sua candidatura? Eurasia: Conseguir o apoio foi importante para ele, mas foi menos no sentido de alavancar e mais no de evitar um passo para trás. A campanha do Alckmin corria sério perigo. Estávamos enxergando uma crise de confiança entre os partidos que tradicionalmente seriam parceiros de Alckmin, que viam ele patinando nas pesquisas. Eles também estavam olhando Jair Bolsonaro e reconhecendo que era uma candidatura que dificilmente dava para trabalhar, dado que há promessa de cortar ministérios e nomear generais para gabinetes. Aí os partidos flertaram com Ciro. Se o Centrão tivesse ido com o Ciro ou rachado, teria criado uma dinâmica muito p...
O artigo é de 2014, cem anos do início da Grande Guerra. Estamos a cem anos do seu final. Em 2014, eu também compus um artigo sobre o impacto da Guerra sobre o Brasil, aqui: 2622. “A guerra de 1914-1918 e o Brasil: impactos imediatos, efeitos permanentes”, Hartford, 26 junho 2014, 5 p. Roteiro para gravação de um depoimento em vídeo para emissão especial do Observatório da Imprensa, sobre o impacto da Primeira Guerra Mundial sobre o Brasil em termos políticos, econômicos, culturais e militares . Publicado em Mundorama (28/07/2014; ISSN: 2175-2052 ; link: http://www.mundorama.net/?p=14424 ); postado no blog Diplomatizzando (15/08/2017; link: http://diplomatizzando.blogspot.com.br/2017/08/a-grande-guerra-e-seus-efeitos-sobre-o.html ). Paulo Roberto de Almeida Brasília, 3/11/2018 Participação do Brasil na 1ª Guerra trouxe ganhos modestos e baque econômico Fernando Duarte Da BBC Brasil, em Londres 11 novembro 2014 Compartilhe este post com Faceb...
Prioridades de Moro no governo devem levar a embates com ministros do STF Folha de S. Paulo, 3/11/2018 Principal crítico da atuação do juiz federal Sergio Moro nos quatro anos da Operação Lava Jato, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo, dizia no ano passado que as prisões preventivas que o magistrado decretava flertavam com a ilegalidade: "Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre este tema que conflita com a jurisprudência que desenvolvemos ao longo desses anos". Gilmar criticava Moro porque o então juiz mantinha suspeitos presos por mais tempo e com justificativas mais elásticas que as previstas em lei. Agora que aceitou ser ministro da Justiça do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), Moro deve ter uma pauta de discussão, e de potenciais conflitos, muito mais ampla do que o tema das prisões preventivas, sobre o qual ele derrotou o entendimento de Gilmar e do Supremo. A primeira questão, e potencia...
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