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Showing posts from November, 2017

Bolsonaro: dominando as noticias, novamente - FolhaPress

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"Policial que não mata não é policial", diz Bolsonaro

Folhapress27 de novembro de 2017
https://br.noticias.yahoo.com/bolsonaro-conversa-com-economista-paulo-164800082.html


JOELMIR TAVARES, RENAN MARRA E THAIZA PAULUZE

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com discurso mais liberal adotado nos últimos dias, o pré-candidato à Presidência e deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) não deixou as polêmicas de lado nesta segunda (27). Ele defendeu, por exemplo, a participação dos 20 policiais que estão envolvidos na morte de 356 pessoas no Rio de Janeiro.
"Policial que não mata não é policial", disse Bolsonaro em evento promovido pela revista "Veja" ao comentar reportagem publicada pelo jornal "O Globo". Segundo ele, esses policiais devem ser condecorados.
Questionado por um espectador se criaria uma "bolsa-fuzil", o pré-candidato respondeu que essa seria uma boa ideia.
Quando perguntado se iria entregar metade dos ministérios aos militares, Bolsonaro ironi…

Mister Bolsonaro goes to Washington? Not yet - debate at George Washington University

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Sociologia politica dos politicos do Brasil: competicao eleitoral desde 1988 - Adriano Codato

Pesquisas eleitorais em novembro de 2017: surpresas? Algumas...

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Pesquisa sobre o eleitorado brasileiro - Luciano Huck

O Agora!, de Luciano Huck, encomendou uma pesquisa com 3 mil pessoas ao Idea Big Data. A pesquisa mostrou, segundo o Valor, que os brasileiros “são menos conservadores do que se imagina”. Os eleitores apoiam as cotas raciais (57%), o aborto (60%), o Estado Forte (86%) e o casamento de homossexuais (66%). A reportagem diz que “o único tema em que teses normalmente associadas ao conservadorismo ganham mais destaque é o da segurança pública. A frase ‘bandido bom é bandido morto’ tem o apoio de 44,9% e é rejeitada por 31,4%. A defesa da pena de morte (47%) empata com a rejeição à adoção dessa medida”.



Trabalhos Paulo Roberto de Almeida sobre as eleicoes presidenciais, de 1986 a 2018

Relação de trabalhos sobre eleições presidenciais Temas de relações internacionais, política externa, diplomacia brasileira
Paulo Roberto de Almeida
Lista seletiva de trabalhos; Ordem cronológica inversa
Atualizado em 18 de novembro de 2017

2018:
Blog Eleições Presidenciais 2018: https://eleicoespresidenciais2018.blogspot.com.br/ Primeira postagem em 23 de outubro de 2017 (http://eleicoespresidenciais2018.blogspot.com.br/2017/10/eleicoes-presidenciais-brasil-2018.html); para acompanhar o processo eleitoral de 2018.

2014:
Sem blog dedicado às eleições; matérias postadas no Diplomatizzando.
2704. “O Brasil votou, as escolhas estão feitas”, Hartford, 27 outubro 2014, 2 p. Artigo para o jornal Tribuna News(Danbury, ano XV, n. 377, 5-8/2014, p. 38; link: ). Colocado no blog Diplomatizzando, com um mapa eleitoral combinado a mapa do Bolsa Família, e lista do número de dependentes do BF por estados (link: http://diplomatizzando.blogspot.com/2014/10/eleicoes-2014-o-brasil-que-emerge-das.html). Postad…

O diabo e as eleicoes de 2018 - Percival Puggina

2018: HORA DE FAZER O DIABO, DE NOVO por Percival Puggina. Artigo publicado em 17.11.2017 http://www.puggina.org/artigo/puggina/2018-hora-de-fazer-o-diabo-de-novo/10848
 Novamente é quase três da madrugada na necrópole da República. Hora de cultos satânicos, quebrantos e esconjurações. Ágeis como drones, bruxas esvoejam entre lápides e ciprestes. Taumaturgos de colarinho branco presidem cerimônias.
 Quem ainda não percebeu, em breve será arrastado para as consequências destes dias. Neles se reproduz o ciclo repetitivo e funesto muito bem definido por Dilma em 14 de março de 2013. Antecipando, então, campanha eleitoral em João Pessoa, ela afirmou que "Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição, mas quando estamos no exercício do mandato, temos que nos respeitar". O público presente talvez tenha tomado a primeira oração como exagero e a segunda como compromisso. No entanto, o diabo foi feito e o desrespeito derrubou a casa. Um ano e pouco mais tarde, j…

Eleicoes presidenciais na Franca em 2002 e no Brasil em 2018: similaridades? - Paulo Roberto de Almeida

Escrevi este artigo logo depois do primeiro turno das eleições presidenciais na França de 2002, que viram o ex-primeiro ministro, líder do Partido Socialista, Lionel Jospin, ser rechaçado em favor do candidato de extrema direita, Jean-Marie Le Pen. O segundo turno foi ganho, como se sabe, pelo candidato da direita, gaullista, já presidente, Jacques Chirac, mas não é isso que importa. O importante é refletir sobre essas polarizações, e especular, como eu fiz em 2002, sobre o sentido das eleições para a esquerda brasileira. A esquerda venceu no Brasil em outubro, como se sabe, mas atualmente, em previsão das eleições de 2018, a mesma polarização direita-esquerda, e sobretudo a rejeição dos políticos tradicionais, pode trazer resultados inesperados.
A ver...
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, 18 de novembro de 2017


A esquerda francesa e a esquerda brasileira: eleições “didáticas” para políticos tradicionais
Paulo Roberto de Almeida Publicada em Espaço Acadêmico (Maringá: UEM, Ano …